The Crossing I e II

Baseado na história de um naufrágio real, The Crossing (I e II) narra o romance e o drama de três jovens casais que enfrentam a separação forçada durante a revolução comunista na China, no ano de 1949, quando ocorreu a colisão de um navio, com passageiros que fugiam da guerra para Taiwan, com um navio cargueiro. Dentre os mais de 1500 passageiros, somente 50 foram encontrados com vida.

John Woo Drama • Guerra China 2014/2015

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Os três romances narrados são formados por:
• uma jovem debutante, que tem uma vida luxuosa, e um general condecorado;
• um médico taiwanês que sonha em voltar para sua amada japonesa; e
• um soldado e uma mulher de vida simples, mas que não poupa meios de sobreviver à crise que o país enfrenta com a guerra.
Sinceramente, no geral, não gostei muito do The Crossing (I e II) Apesar de meu objetivo ser indicar filmes que considero imperdíveis, achei que valia a pena falar sobre ele pois esperei ansiosamente pela estreia.
A parte I é até bacana, mas looonga, e se divide, vamos colocar assim, em duas metades.
A primeira metade narra as batalhas na guerra, e considerei arrastada e entendiante, até porque imaginava que o filme todo seria um romance.
Porém, da metade para o final, a história toma outro rumo e, finalmente, se fixa nos romances. Aí sim, o filme fica bom e, quando termina, deixa você ansioso para o The Crossing Part II.
Foi um parto aguardar a estreia da segunda parte. Mas uma hora estreou e, para minha decepção, achei muito inferior ao primeiro (que já não era lá o que eu esperava). O lado positivo é que ela dá ênfase aos romances – já iniciados na Parte I – e eles são realmente muito bonitos.

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Olha, se você quer ver um romance, tem muita cena de guerra. Se você quer um filme de guerra, assistirá à história de três romances – porém, os três são muito bonitos.

Se você tiver a intenção de assistir, saiba que terá que ver os dois filmes. São totalmente interdependentes. O I termina totalmente em aberto. E o II se inicia onde o I parou. E ambas as partes são longas e um pouco entendiantes.
Então você tem que estar querendo muito assistí-lo. Senão, pode pular pro próximo da fila.
Bem, eu não o recomendei pra ninguém.

De modo geral, The Crossing I e II tem pontos positivos: os atores e atrizes são belíssimos, escolhidos a dedo, e bastante talentosos; o figurino é impecável (!!), a fotografia, linda. E a atriz Zhang Ziyi recebeu uma ótima personagem, que interpretou com primor.

The Crossing não é um filme ruim. De modo algum. Mas sabe a impressão que dá? A de que o diretor quis realizar uma obra tecnicamente grandiosa — com os atores encenando a guerra de forma perfeitamente coreografada e uma fotografia bonita demais para uma batalha de verdade, beirando o inverossímel — e descuidou do enredo e dos romances, deixando passar furos e acrescentando cenas desnecessárias e coincidências impossíveis.

Antes da estreia muito se falou sobre ser o Titanic chinês e blablabla. Nada aqui lembra o Titanic, a não ser pelo navio ter naufragado e a intenção de ambos os diretores ser criar um filme épico e grandioso. Só que, a meu ver, John Woo não foi tão feliz.

TRAILER

Parte I


Parte II

 

ONLINE não LEGENDA Inglês DUBLADO não

Avaliação:

Parte I: 3/5
Parte II: 2,5/5


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